Divindade com espirais de serpente

Divindade com espirais de serpente

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Esta figura de bronze dourado (meados do século IV d.C.) representa uma divindade velada envolta por uma serpente, emblema da eternidade e da transformação. Enterrada e desenterrada anualmente nos ritos do Janículo, que homenageavam Jano, o deus dos começos e das transições, a estátua personificava a morte e o renascimento cíclicos, simbolizando a renovação da natureza e a ressurreição da alma no culto de mistérios.