
Lealdade (série Los Disparates)

Paisagem de Zacatecas com enforcados

Cabeça de um velho

A Way of Flying Etching

Samantabhadra and Samantabhadrī in Yab-Yum

Cavalo arremessado por um touro
Quando o texto de arte moderna está danificado demais
O fragmento final deste grupo (sobre arte moderna, a Grande Depressão e artistas em Nova York) está tão distorcido e incompleto que não pode ser reconstruído com segurança. Palavras, nomes e frases estão cortados de maneiras que tornam o significado original pouco claro. Para evitar inventar conteúdo ou distorcer as informações históricas, é mais seguro não “preencher” as partes que faltam. Se você conseguir uma foto ou digitalização mais nítida desse texto, então poderei traduzi-lo ou reescrevê-lo com precisão em inglês.

Mariano Ceballos mata o touro
O inconsciente coletivo de Jung e o poder dos arquétipos
O psicólogo suíço Carl Gustav Jung cunhou o termo “psicologia analítica”, ou “psicologia dos complexos”, para descrever sua própria abordagem teórica e clínica, distinguindo-a da psicanálise desenvolvida por Sigmund Freud.
Segundo Jung, o inconsciente humano possui uma camada relativamente superficial que é pessoal, formada pelas experiências de vida de cada indivíduo. Abaixo dela existe uma camada mais profunda e inata: o inconsciente coletivo. Ele o chamou de “coletivo” porque é universal por natureza — seus conteúdos e padrões de comportamento são essencialmente os mesmos em todos os lugares e em todos os seres humanos.
O inconsciente coletivo é composto de arquétipos. Um arquétipo é, em essência, um padrão inconsciente que, quando vem à consciência, assume uma forma específica em cada pessoa, moldada pela cultura e pela personalidade desse indivíduo. Todas as informações herdadas, acumuladas ao longo da evolução humana, são armazenadas ali em forma de símbolos e predisposições.
Entre os muitos arquétipos identificados por Jung, um pequeno grupo — como o Si-mesmo, a Sombra, a Anima/Animus, a Persona e o Velho/Velha Sábio(a) — alcançou um nível de desenvolvimento e influência maior do que os demais. Esses padrões profundos sustentam mitos, religiões, sonhos e muitas imagens recorrentes na arte e na literatura ao longo das culturas.
Segundo Jung, o inconsciente humano possui uma camada relativamente superficial que é pessoal, formada pelas experiências de vida de cada indivíduo. Abaixo dela existe uma camada mais profunda e inata: o inconsciente coletivo. Ele o chamou de “coletivo” porque é universal por natureza — seus conteúdos e padrões de comportamento são essencialmente os mesmos em todos os lugares e em todos os seres humanos.
O inconsciente coletivo é composto de arquétipos. Um arquétipo é, em essência, um padrão inconsciente que, quando vem à consciência, assume uma forma específica em cada pessoa, moldada pela cultura e pela personalidade desse indivíduo. Todas as informações herdadas, acumuladas ao longo da evolução humana, são armazenadas ali em forma de símbolos e predisposições.
Entre os muitos arquétipos identificados por Jung, um pequeno grupo — como o Si-mesmo, a Sombra, a Anima/Animus, a Persona e o Velho/Velha Sábio(a) — alcançou um nível de desenvolvimento e influência maior do que os demais. Esses padrões profundos sustentam mitos, religiões, sonhos e muitas imagens recorrentes na arte e na literatura ao longo das culturas.

A infeliz morte de Pepe Illo

Adornos ósseos simbólicos na cultura tibetana

Duas Mulheres com um Espelho

The Gestation of Colors (litografia)

Folly of Fear (Disparate del miedo), de Francisco Goya

Moors Bull-Spearing Scene by Goya

Furious Folly from Los Disparates

Je Fixe des Vertiges

Op Art Illusion by Victor Vasarely

Simpleton from Los Disparates Series

Improvisation 7 from Klänge

The Men in Sacks Etching

LEnfance dUbu

Jade Murmurs
Museu de Arte Abstrata Manuel Felguérez
Inaugurado em 1998 num antigo seminário do século XIX, o Museu de Arte Abstrata Manuel Felguérez assinala a adesão de Zacatecas à abstração moderna mexicana. Estruturado em torno de uma importante doação de Manuel Felguérez (1928–2020), figura central da geração da Ruptura, o museu acompanha como geometria, textura e materiais industriais desafiaram os cânones acadêmicos e a narrativa nacionalista. Nas austeras salas de pedra do edifício, as obras se apresentam ao mesmo tempo como experimento e como afirmação cívica, tratando a arte como pensamento em ritmo, forma e espaço.
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