Pintura da Trindade Trifacial
Propulsor de dardos Wari com design zoomórficoGuerreiro sentinela MocheTrindade entronizadaGarrafa mochica com cena de sacrifícioEstudo de um motivo NascaGarrafa de cerâmica com condores e corpo humanoGarrafa Cerâmica com Cena de GuerreirosRetrato de Simón BolívarConversão de um nobre andinoO Funeral de AtahualpaTúnica Wari com motivos estilizadosGarrafa com Cabeça-Troféu NascaGarrafas de cerâmica Nasca com figurasTigela alargada Mochica com motivo em degrausCena palaciana MochePrato de cerâmica em estilo CajamarcaGarrafa com conchas Spondylus e StrombusCulturas antigas dos AndesMotivos de triângulo escalonado e volutaGarrafa de cerâmica Mochica com motivo felinoGarrafa de cerâmica Nasca com ser míticoVaso Nasca com Motivos GeométricosPintura da Trindade TrifacialVídeo do Antepassado MíticoRetrato de Manuela Tupa AmaroGarrafa com cena mitológica nas montanhasGarrafa com desenhos geométricosTumba de Dois Andares, Período Tardio NascaGarrafa Antiga com Figura de ContorcionistaGarrafa Mochica com chefe guerreiro e prisioneiroVasos-retrato e efígies mochicaGarrafa Nasca com ser mítico antropomórfico

Pintura da Trindade Trifacial

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Esta pintura (c. 1750–1770), de um artista anónimo de Cuzco, retrata a Trindade como uma única figura com três rostos, com quatro olhos, três narizes e três bocas. Conhecida como a Trindade de Três Faces, essa representação foi controversa na Europa, mas persistiu na América colonial como ferramenta didática. A sua aparência monstruosa corria o risco de induzir os fiéis ao erro sobre a natureza de Deus, refletindo uma combinação de iconografia medieval com a educação religiosa colonial.