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Os últimos dias de Anzoátegui e sua morte súbita em Pamplona
O despertar da independência na América Espanhola
Descida rumo a Tunja: sobrevivência nos Andes
Concessão de propriedade a Anzoátegui
Concessão de propriedade a Anzoátegui
Notícia da morte súbita do general Anzoátegui
Batalha do Pântano de Vargas
Batalha do Pântano de Vargas
Forças desiguais: armas e exércitos na Guerra de Independência
Cruzando os Andes: a arriscada aposta de Bolívar
A Batalha de Pantano de Vargas: a virada de 1819
A Batalha de Boyacá e o triunfo final da liberdade
As origens de Anzoátegui: da nobreza às dificuldades
Retrato de José Antonio Anzoátegui
Retrato de José Antonio Anzoátegui
A ousada estratégia de Bolívar contra a reconquista espanhola
Mapa de campanha do general Anzoátegui
Mapa de campanha do general Anzoátegui
José Antonio Anzoátegui com medalhas militares
José Antonio Anzoátegui com medalhas militares
Homenagens ao general Anzoátegui na campanha de Nova Granada
Carta amorosa de um general dos campos de batalha de 1819
Pátio da Casa Anzoátegui
Pátio da Casa Anzoátegui

Casa-Museu Anzoátegui

A Casa-Museu Anzoátegui preserva uma residência colonial do fim do século XVIII em Pamplona, onde o general venezuelano José Antonio Anzoátegui (1789–1819), um dos comandantes mais próximos de Simón Bolívar, passou seus últimos dias e morreu em 15 de novembro de 1819, pouco depois das vitórias no Pântano de Vargas e em Boyacá. Seu pátio silencioso transforma o espaço doméstico em testemunha das guerras de independência, quando campanhas pelos Llanos e pelos Andes refizeram a Nova Granada. Para muitos na região, continua sendo um memorial sóbrio ao sacrifício juvenil e ao nascimento frágil de uma república.

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