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Olinda

Olinda (fundada em 1535) é muitas vezes imaginada como a encosta barroca de Pernambuco — menos uma cidade de monumentos isolados do que um palco habitado, onde fachadas em tons pastéis, calçadas íngremes de paralelepípedos e o ar do Atlântico criam uma intensidade lenta e ensolarada. Ao chegar a pé, percebe-se como igrejas e conventos se erguem acima das rotinas comuns, e como o estatuto da UNESCO soa menos como um rótulo do que como o reconhecimento de que a beleza aqui é inseparável da vida de bairro.

Erguida sobre a riqueza da era do açúcar e moldada por conflitos posteriores, Olinda aprendeu a tratar a cultura como infraestrutura do dia a dia: ateliês, pequenos museus e uma vida de rua que se volta para fora quando chegam as festas. O Carnaval é sua explosão mais famosa, com o frevo e o maracatu atravessando as ladeiras e os Bonecos de Olinda — enormes bonecos gigantes — transformando sátira, homenagem e ofício em arte pública.

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