
Templo do Amor

Os peregrinos de Emaús

Candelabros da Galerie des Glaces

Sala da Guerra

Jardins de Versailles

Fonte de Anfitrite

Fazendo carinho em cabras no Hameau de la Reine

Max com Gary no Pátio de Honra

Coluna do Templo da Glória

A cama de Maria Antonieta

Max no terraço da Orangerie

Pátio de Mármore

A Orangerie e o Lago Suíço

Torre de Marlborough e leitaria

Refúgio rústico

Deus do rio com criança

Mãe na Galeria dos Espelhos

Luís XV no Salon de Mercure

Fonte de Latona e Grande Canal

Retrato de Louis XIV, Salon de Mercure

Parterre da Orangerie

Cama de aparato do rei

A refeição na casa de Simão

Relógio astronômico

Dossel e alcova do quarto da rainha

Sala de Marte (conjunto decorativo)

Alameda das Musas

Estátua de Louis XIV

Casa de campo no Hameau de la Reine

Galerie des Batailles

Luis e JJ na Cour d’Honneur

Luís XIV a cavalo

Luís XIV como imperador romano

Apoteose de Hércules

Parterre da Orangerie

Max, Luis e JJ na Fonte de Latona

Apolo em seu carro

Luis e JJ na Allée des Deux-Trianons

A Apoteose de Hércules

Mercúrio apresentando as artes a Apolo

Rainhas da França no Grande Couvert

Sala de Estado do Rei

Grande Canal e Bacia de Latona

Carpas no Grande Canal
Palácio de VersalhesChâteau de Versailles
O Palácio de Versalhes começou como pavilhão de caça de Luís XIII (década de 1620) e, a partir de 1661, Luís XIV — com Louis Le Vau, Jules Hardouin-Mansart e André Le Nôtre — transformou-o numa capital encenada da monarquia absoluta, onde ritual, arquitetura e jardins disciplinavam a nobreza. A Galeria dos Espelhos projetava o poder da França sobre a Europa, mas o palácio também se tornou cenário de rutura: a partida da corte em 1789 e a assinatura do Tratado de Versalhes em 1919. Os seus vastos eixos de pedra e água ainda se leem como política feita paisagem.
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