Manila
Manila (fundada como cidade murada espanhola em 1571) é muitas vezes lida como as Filipinas em forma concentrada: inquieta, estratificada e politicamente atenta. A chegada é imediata e sensorial — jeepneys a serpentear entre arranha-céus, pedra de igreja ao lado de néon, e um ritmo de rua húmido que raramente abranda ao longo da baía de Manila.
O domínio espanhol e americano, e a devastação da Segunda Guerra Mundial, deixaram uma capital onde a memória convive de perto com a reinvenção; a revolta do People Power continua a ser um ponto de referência moderno para a identidade cívica. O governo e os serviços ancoram o quotidiano, com as finanças e indústrias mais recentes a acrescentarem impulso, mesmo quando o congestionamento e a desigualdade permanecem visíveis. Tagalo e inglês misturam-se na fala comum, e os museus e a comida de rua da cidade partilham o mesmo impulso: seguir em frente sem largar o que importa.