
Arco e castelo de Palmyra

Templo de Bel, Palmyra

Templo de Bel, Palmyra

Castelo de Palmira visto através de um arco

Templo de Bel

Vista do Castelo Qalaat Ibn Maan

Templo de Bel em Palmira

Teatro Romano de Palmira

Acampamento de Diocleciano

Inscrição palmírena em honra de Marcus Aurelius Septimius

Templo de Bel em Palmira

Inscrição Palmira Antiga

Teatro romano em Palmira

Templo de Bel em Palmira

Templo de Bel em Palmira
Palmira
Palmira, a antiga Tadmor, ergueu-se de um oásis no deserto para se tornar a grande cidade caravanista da Síria, ligando o Mediterrâneo à Mesopotâmia e à Pérsia. Entre os séculos I e III, as suas colunatas e santuários romanos traduziram divindades locais para uma linguagem arquitetónica greco-romana, financiada pelo comércio e pela diplomacia de fronteira. A narrativa atinge o auge com a tentativa de independência da rainha Zenóbia, na década de 270, e prossegue em defesas posteriores, como a Qala’at Ibn Maʿn, acima das ruínas; a devastação recente fez de Palmira um emblema de perda cultural — e de resiliência.
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